domingo, 21 de julho de 2013

Midnight City - Agradecimentos

-- Um comentário:
Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - Midnight City - Capítulo 39 - Adradecimentos

Hey minhas lindas! Como vocês estão? Então, eu queria fazer esse post para agradecer a simplesmente, a todos que leram a minha fic, não só as que comentaram, mas a todas as leitoras. Obrigada! De verdade. 
Peço desculpas pela demoras entre os capítulos, mas é que eu escrevo outras fics e fica difícil pra mim, mas agora me sinto aliviada com a sensação de serviço completo.
Quando comecei essa fic, criei vários planos pra ela, me empolguei completamente, porém quando comecei a postar, estava em um momento conturbado em minha vida e não sei se isso afetou a minha fic, mas se sim, peço-lhes desculpas. Eu amo vocês. Quero agradecer também a Dricka que me ajudou e me apoiou desdo início sempre me incentivando, a Flavia que também me ajudou. Muito obrigada! 
Sobre a segunda temporada, estou a pensar, porque agora estou me dedicando a Dear Hero e ainda tenho The Game Of Seduction, então se eu fizer segunda temporada, vou demorar muito a postar os capítulos. 

AMO VOCÊS, OBRIGADA POR TUDO!! @SmilerDoBiebs

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Midnight City - Cap 38

-- 10 comentários:

                                       Its our Midnight City babe

Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - Midnight City - Capítulo 38 - Its our Midnight City babe

Narrador POV

- David?

- Ali! O que ele está fazendo atrás de você? - David puxou Ali pra perto de si a afastando de Justin imediatamente. - Seu filha da puta! Você so sabe faze-la chorar! - David gritou irado com o fato de sua amada estar perto do cara que a fez sofrer novamente.

- Quem é você pra falar de mim? Ali e eu estamos juntos e você não vai nos separar.  - Justin deu um passo em direção a David que o encarava com fúria no olhar. Justin largou as coisas do piquenique e fechou sua mão.

- Por favor, vamos subir e conversar civilizadamente, não quero passar vergonha na portaria. - Ali se pronunciou na discussão.

Os dois concordaram com a moça. Justin pegou novamente as coisas que havia deixado jogadas no chão e seguiu Alicia. David tentava de alguma maneira se conformar com aquilo. Era sempre assim, seu coração era sofrido. Ele não entendia o fato delas sempre preferirem aqueles que a faz sofrer. Um silêncio se formou quando todos entraram no velho elevador do prédio.

Quando o andar chegou, o que pareceu horas para todos, Alicia foi a primeira a sair. A mesma abriu a porta de seu apartamento e deixou passagem para os dois entrarem. A menina respirou fundo antes de fechar a porta atrás de si, já prevendo a briga que iria acontecer em seu lar.

- Todos calados, apenas me escutem! - Ali gritou assim que se virou os encarando. Justin estava sentado no sofá, enquanto David ficou em pé do lado da televisão - Eu não quero mais ouvir a discussão ridícula dos dois.

- Eu não tenho culpa se ele é um babaca! - David cuspiu.

- Babaca que tá com ela agora, otário! - Justin revidou.

- CALEM A BOCA! - Alicia gritou no meio dos dois. - Tem noção do quão ridículo isto está sendo? - perguntou ela estressada. Seu limite de paciência esgotava cada vez mais. - David, eu estou com Justin, eu sinto muito, mas é ele que eu amo e você sempre soube disso. Eu queria ser sua amiga.

- Amigo desse filho da puta Ali? - Justin indagou.

- Não fala merda seu viado! - David se defendeu.

- Eu desisto. - Ali se jogou no sofá e foi obrigada a ouvir a longa sessão de xingamentos de baixo calão vindo dos dois. Aquilo já estava lhe causando dores de cabeça. Mas ela ficou calada até o final.

[...]

- Posso falar agora? - Mas uma vez Alicia perguntou. Justin e David assentiram. - David, você está bem?

- Você ainda pergunta? - ele riu olhando pra baixo e logo voltando sua visão pra Ali. - Não estou nada bem de ver a pessoa que eu amo indo para os braços de outro.

- Mas David... - ela foi interrompida.

- Desculpa Ali, mas não vou aceitar isso. - aquelas foram as últimas palavras que Ali ouviu dele. O mesmo foi embora e ambos não se encontraram mais.

Havia uma ferida incurável no coração dele, e nela uma parte ficou vazia. 

[...]

Hoje, Alicia e Justin haviam feito um programa diferente. Alicia havia feito sua grande tatuagem. "Midnight City" estava escrito com letras desenhadas em suas costas na parte superior. Justin sorria abobalhado com a coragem de sua companheira. Depois do passeio ambos foram para casa de Justin. Segundo ele, Alicia deveria se acostumar com seu futuro lar.

- Ali. - Justin a chamou.

- Sim. - respondeu com uma voz doce.

- Eu quero te perguntar uma coisa.

- O que? - ela se ajeitou levantando do colo dele e se sentando corretamente no sofá de couro branco da mansão de Justin.

- Você aceita ser minha sócia? - Enquanto a cabeça da menina rodava processando aquela pergunta. Na mente de Justin ele pensava o quanto havia sido estúpido ao perguntar aquilo pra ela que o julgou no início e causou a separação. Mas para Ali, ela queria ficar perto de seu amado. Queria ter certeza que ele ficaria afastado das vadias que trabalhavam por lá.

- Eu aceito. - Justin quase engasgou com sua própria saliva.

- Você tem certeza?

- Sim, eu quero ficar com você Justin. Pra sempre.

- Eu também. - ele sorriu se aproximando dela e logo se beijaram.

[...]

Depois de duas semanas preparando algo especial. Finalmente Justin conseguiu. Alicia havia se matriculado novamente na mesma faculdade onde tudo começou. E foi no primeiro dia de aula que tudo aconteceu:

- Mia, dá pra parar de falar no Chaz um minuto? - pediu Ali ficando cada vez mais entediada.

- É impossível, ele e o namorado mais perfeito do mundo! - a menina que sorria com cara de apaixonada não parava de falar o quanto o pedido de namoro de Chaz havia sido especial. - Ali, Justin nunca te pediu em namoro?

- Não precisa disso, nós estamos juntos. - falou Alicia convicta.

- Ah, claro! - bufou a outra.

- Idiota! - as duas riram caminhando pra sala.

Hoje era terça feira. Seu primeiro tempo era literatura. Foi impossível não lembrar de Justin nessa situação. A meses atrás a garota ainda dormia acordada pensando numa possibilidade neles juntos. As duas amigas entraram na sala e estranharam o fato de só terem elas ali. Mia que estava ao lado de Ali saiu deixando sua companheira sozinha na sala. A porta foi trancada. Alicia estava desesperada. Não sabia o que estava acontecendo. Em cima de sua carteira, havia um papel o qual tinha a redação que Justin havia lido e gostado, na mesa do fundo onde o estagiário ficava estava um envelope.

Ao abrir o papel, a menina colocou suas mãos na boca não acreditando no que era. Havia dois anéis completamente perfeitos aos olhos dela. A porta fez um barulho revelando a entrada de Justin no local. Nesse momento. Alicia não conseguia segurar suas lágrimas. Justin estava vestindo um terno e continha uma rosa em suas mãos.

- Ali, uma pessoa me disse que leitura é como amar. Tem noção do quanto eu querer reler esse livro? E se depender de mim, a cada dia da minha vida, terá um capítulo novo. Eu te amo Alicia. Eu já disse que quero passar minha vida ao seu lado. Mas a vida me ensinou que se dá um passo de cada vez e o primeiro passo é esse. Quer namorar comigo? - Justin se ajoelhou.

As lágrimas desciam livremente pelo o rosto delicado de Alicia. Com o rosto ainda trêmula ela assentiu fazendo com que um alívio percorresse o corpo de Justin, que agora colocava o anel em seu dedo.

- Eu te amo. - Ali sussurrou recebendo sua afirmação de volta por Justin logo em seguida que aproximava cada vez mais seus corpos.

Quando suas bocas estavam prestes a serem colados. Justin se afastou rapidamente sorrindo maliciosamente para a garota.

- Primeiro, uma coisa. - ele foi ao interruptor e apagou a luz.

- Por que isso? A luz apagada? - Ali perguntou confusa.

- É a nossa cidade a meia noite, babe. - a voz rouca de Justin sussurrou roçando seus lábios fazendo ali soltar uma risadinha fraca, e logo se beijaram selando aquele momento.

Assim iniciava um grande história de amor.

THE END

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Quero agradecer a todas vocês que estiveram comigo desdo início. Muito obrigada!!! TODAS COMENTANDO!! 
AHHA Gostaram??? AAAAH Espero que sim, eu não gostei muito mas e isso. Minha próxima fic AQUI 
Beijoss!!! @SmilerDoBiebs

terça-feira, 2 de julho de 2013

Midnight City - Cap 37

-- 18 comentários:
Good Feelings, great sensations



POV Alicia

Você já teve algum momento em sua vida no qual você desejasse que tudo parasse? Aquele lugar especial, aquela sensação especial, aquele vento que te faz bem, aquela pessoa a qual domina seus sentidos até sufoca-la em uma grande paixão. Era exatamente o que estava acontecendo comigo. Acordar de manha com um sol brilhando mais do que o normal aos meus olhos, e o melhor de tudo. Um homem nu ao meu lado. Sorri, para a cena, Justin dormindo com sua cara de bebê com a metade de seu corpo coberta pelo o fino lençol branco, atrás uma janela onde raios de sol radiavam o lugar. Levantei meu tronco me sentando na cama, puxei o lençol para que cobrisse meus seios desnudos. Passei minha mão esquerda pelos meus cabelos desajeitados devido a nossa agitação noite passada. Pisquei meus olhos encarando aquela claridade e virei meu rosto em direção ao relógio digital do lado de minha cama. 

13:40, Como assim? Merda! Pera, nós não temos mais faculdades. Mas já está tarde, e se ele estiver cansado de ontem? Ah! Vou acorda-lo. 

- Jus. - beijei sua bochecha. Nada. - Amor. - selei seus lábios que estavam em um biquinho. Não pude deixar de sorrir. - Bebê. - acariciei seu cabelo e selei seus lábios novamente. 

- Hm. - o primeiro som foi soltado. Ele sorriu e se espreguiçou. - Bom dia estrela! - ele não parou de me chamar assim desda aquela frase que abalou todos os meus sentidos.

- Ainda não me acostumei com esse apelido. 

- Se acostume, vem cá. - era completamente impossível negar algo a aquela carinha de sono que Justin continha. 

Fui até ele, e seus lábios se juntaram aos meus. Subi em cima dele sem colar nossos corpos, por impulso. Merda, estávamos pelados. Deitei em cima dele e coloquei meu rosto em sei peitoral tendo o privilégio de ouvir seu coração bater. Olhei pra ele encarando seus olhos e me levantei ficando sentada o olhando. 

- Já quer o 1 round do dia? - ele mordeu os lábios e eu ri dele. - A não era mais de meia noite então, = ele pareceu pensar um pouco - já quer o 4 round do dia? - seu sorriso safado crescia em seu rosto.

- Justin! Para! - deitei de novo escondendo meu rubor. 

- Te amo. - sorriu ao escutar sua voz dizendo aquilo. - sabia disso? - fiz que não com a cabeça. - Não? Irei demonstrar. 

Meu corpo foi jogado para o lado, arregalei os olhos e quando vi, Justin estava em cima de mim fazendo cócegas em mim. Minha risada poderia ser ouvida da portaria de tão alta. Me contorcia toda. O sorriso perfeito que Justin continha no rosto poderia permanecer pra sempre, e era isso que eu desejava naquele momento.  E que eu sempre fosse o motivo de toda aquela alegria. Que sua felicidade me pertença, assim como a minha pertence a ele. 

[...]

- Devemos morar juntos. - Justin fez com que eu engasgasse com meu café. 

- O que? - engoli o café entalado e o olhei assustada.

- Estou falando sério. - Ele permaneceu tranquilo. - Hoje, quando acordei ao seu lado, tive certeza disso, eu quero acordar com você pra sempre.

- Justin, você tem noção do que está falando? Tipo, eu não queria abandonar isso aqui, eu amo esse lugar, vivi aqui a tanto tempo. - olhei ao meu redor.

- Merecemos algo melhor, você podia vim pra minha casa. - o encarei incrédula. 

- Não ofenda o meu bebê. - juntei minhas sobrancelhas. - Isso é um passo muito grande, vamos pensar com calma. - ele assentiu. 

- Vamos fazer o que hoje? - fiz um gesto de com as mãos dizendo que não sabia. - Vamos sair?

- Pra onde?

- Central Park. - sorri com a ideia. 

- Vamos! Piquenique?

- Sempre, com bastante doce. - ri de sua infantilidade.

- Ok, bastante doce.

[...]

A grama parecia mais verde do que o normal, as pessoas que corriam pelo o parque estavam mais felizes, do que nas outras poucas vezes que vim aqui. Por  que simplesmente o mundo parecia sorrir pra mim? Eu estava sorrindo para o mundo. Andamos mais um pouco encontrando um lugar perfeito para no estabelecermos. Estiquei a toalha quadriculada, branca e roxa, na grama e coloquei a enorme cesta em cima, me encostei na árvore que tinha ali e me sentei confortavelmente sentindo a brisa refrescando meu rosto.

Justin estava atrapalhado tirando um bicicleta a qual ele insistiu em trazer. Ria da cena dele se embolando ali. Quando fiz menção de levantar para ajuda-lo ele se ajeitou e sorriu orgulhoso de si. Se ele soubesse o quanto aquele sorriso era bonito, ele parava pra não ser estuprado por aí. Eu por exemplo, já estava me controlando para não agarra-lo ali mesmo. Espera, por que eu me controlava? Me levantei e fui até ele. A bicicleta, estava perfeitamente parada ao seu lado com o pequeno apoio de metal perto da roda. Aproximei meu rosto do de Justin e o beijei. 

- Uow! - ele sorriu se surpreendendo com minha atitude.

- Você é completamente beijável. - sorri e Justin passou suas mãos pela minha cintura abraçando a mesma. 

- Posso dizer o mesmo. - Ele me selou enquanto rodeava seu pescoço. 

[...]

- Tem noção do quanto eu esperei por um momento desse com você? - A voz de Justin me despertou fazendo desviar meu olhar do céu para ele que estava deitado ao meu lado. Estávamos cansados depois de uma volta de bicicleta por esse parque completamente incrível. 

- É? Eu sonhei tanto com isso. - desabafei. 

- Eu também. Você é minha. - ele sorriu com sua última frase.

- Não oficialmente. - eu ri 

- Como assim?

- Não teve nenhum pedido de namoro aqui. Quero coisa direita.

- Aé? - ele soou completamente divertido. Assenti. - Ok, então. 

Aquelas simples palavras me fizeram pensar em mil coisas, o que deveria significar aquilo? Ele iria aprontar algo? Voltei a olhar o céu que já estava escurecendo, as nuvens flutuavam cada vez pareciam mais rápidas. O azul brilhante dava a cor a um rosa amarelado. Peguei o último cacho de uva e comi. Me virei pra Justin observando sua expressão pensativa, aguçando minha curiosidade. 

- Amor, é melhor irmos.

- Já? - ele olhou no relógio e concordou.

Ele me ajudou aguardar tudo e novamente se atrapalhou com a bicicleta. Ri novamente acompanhando sua dificuldade em carregar o veículo. O ajudei tendo piedade daquele corpinho que tanto me divertia. Entramos no carro e voltamos ao meu lar. 

[...]

Quando o carro foi estacionado, queria logo chegar em casa e tomar um banho, o cheiro de grama ainda estava dominando meu corpo, minha roupa tinha um pouco de lama, não muito diferente de Justin, que ainda estava um pouco suado devido a nossa volta de bicicleta, ele pedalou e eu fiquei sentada na frente apenas curtindo o momento ao seu lado, observando o vento atravessar meu rosto sentido aquela sensação prazerosa.

Conversava animada com Justin sobre duas crianças que estavam brigando com sorvete um melando o outro, foi de fato uma cena engraçada a menininha reclamando de seu rosto todo sujo da substância pastosa e gelada. Abri a porta da portaria rindo, mas logo meu riso cessou vendo a pessoa que estava ali. 

- David? 


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Continua...

Gente, super reta final!! Amo vocês, beijos! Obrigada pelos comentários. 

@smilerdobiebs

To morrendo de sono por isso nao falo mais shuahsu bjsss

terça-feira, 25 de junho de 2013

Midnight City - Cap 36

-- 17 comentários:
You are the star of our midnight


POV Justin

Estar dentro dela, estar com ela, está em cima dela. Sabe o quanto desejava isso? Olhei em seus olhos me perdendo neles por alguns segundos. Comecei a me força dentro dela mais e mais, ouvindo a gritar cada vez mais alto, era isso que eu queria e foda-se os vizinhos. Mordi os lábios olhando pra cima, me passava pela cabeça se existia algo melhor do que aquilo, puta que pariu , sexo já e bom pra cacete, quando se trata de nós, não existe definição para aquilo.

Sai dela e me deitei ao seu lado, minha mão puxou seu braço tentando a colocar em meu colo, seu sorriso safado antes dela fazer tal ato fez com que eu mantivesse meus olhos nela, olhei pra baixo observando ela me tomar por inteiro, posicionei minhas mãos em suas nádegas e as apertei com força, olhei pra ela e mexi minhas mãos pra frente.

- Se mexa a vontade minha garota. - sibilei quase inaudível. 

Seu lábio inferior foi mordi por seus dentes e ela logo começou a rebolar, pendi a cabeça pra trás me perdendo em sensações, nem se eu tivesse me drogado estaria tão alucinado assim. Dei um gemido grosso quando senti suas paredes internas me apertando, ela gritou meu nome alto e senti seu líquido me molhar por completo. Ela saiu de cima de mim e se ajoelhou na cama me olhando com um olhar malicioso, arregalei os olhos ao entender o que ela queria. Ela se sentou em suas pernas e eu me ajoelhei em sua frente, peguei seu rosto com minhas duas mãos e a beijei ternamente. Mordi seu lábio e lambi sua boca a fazendo sorrir. Ela passou a língua entre os lábios querendo sentir meu gosto e esse simples movimentos fez com que minha mão fosse ao meu membro e o massageasse lentamente. Ali olhou pra mim e demonstrou tesão por aquilo. 

- Você não tem noção do quanto isso me deixa louca. - ela olhou pra minha mão. Lentamente ela se inclinou sem parar nosso contato visual. Fechei os olhos esperando seu toque em minha pele, assim que senti sua boca molhada no topo de meu sexo arfei. Alicia lambia com tanto gosto, como se aquilo fosse a seu sorvete predileto e pudesse acabar a qualquer momento. 

- Ah! Alicia! - minhas mãos foram até sua cabeça, não sei quando perdi o controle e comecei a foder sua boca. Me despejei dentro dela até não dar mais. Me joguei pra trás caindo deitado em sua cama.

Logo seu corpo estava sobre meu, não diferente de mim Ali estava suada e quente, sua respiração ofegante, podia sentir seu coração batendo freneticamente. Ela deitou em meu peitoral e ali ficou alguns minutos, acariciei seus cabelos e suas costas, enquanto respirava ofegante tentando me normalizar. 

- Se todo pedido de desculpa acabar assim, espero muitas brigas de nós dois. - ela disse se virando pra mim me fazendo rir. Era estranho ouvir Ali falar essas coisas, pra mim ela sempre será a menina inocente pela qual me apaixonei. 

- Que tipo de pervertida estou criando? - sorri pra ela. - Ah Ali, espero brigar com você todos os dias. - sorri e mordi seu lábio superior. 

- Justin você já parou pra pensar que nossa vida é sempre a escura? Digo, eu não sei mais pra mim tenho a sensação de que nunca amanhece, e sempre tenho o pressentimento de estar sob a meia noite. 

- Não é só você. - ri pelo nariz ao perceber que não era o único o qual tinha essas estranhas sensações.

- O que será de nós agora? - fitei o teto pensando em sua pergunta, enquanto suas mãos delicadas passavam em meu rosto. 

- O que sempre fomos, digo, somos meu e minha. - a olhei confusa. - Entende?

- Perfeitamente. - notei seu belo sorriso se formar em seu rosto. 

- Baby, que horas são? - perguntei tentando olhar o relógio. 

- São uma e pouca. - ela deu de ombros. - Gosto de quando você me chama de baby, soa sexy. - observei suas bochechas corarem. 

- É mesmo baby. - sussurrei. Ela assentiu.

Me aproximei de seus lábios sussurrando o novo elogio pra ela, selei eles finalmente e assim pude relaxar meus músculos, adentrei minha língua em sua boca e a explorei por inteiro, contornando aquelo espaço que eu amava. Sua língua se chocando com a minha, lutando por alguma dominância. Minhas mãos abraçaram sua cintura, enquanto as suas rodeavam o meu pescoço. 

- Hm. - ela me selou. Desceu seus selinhos até meu pescoço, onde meu ponto fraco se encontrava arrepiado com seu toque, - Banho. - ela sussurrou. 

- Hmm. - resmunguei. - não. Fica aqui. - a abracei mais forte. Estava realmente me animando para a segunda rodada da madrugada.

- Não, quero tomar banho, odeio suor. - ela reclamou e logo se desvencilhando de meus braços e saindo de cima de mim. 

A observei taradamente enquanto Alicia andava despreocupada até o banheiro sem nada cobrindo seu corpo perfeito. Ela foi a primeira garota que não ficou com vergonha depois da transa. Mesmo que nas outras Ali tivesse corado depois de nossa loucura, levei em consideração quando ela me disse uma vez que havia mudado. Ela me parecia tão confiante. Me levantei e entrei no banheiro tendo a visão dela curvada ligando a água. Ok, se controle Justin. 

Fui até ela e sentei na borda da banheira, ela colocou o pé dentro da mesma, conferindo a temperatura. Logo ela se pôs de pé ali dentro. Fiz o mesmo e logo me sentei, ela se sentou em minha frente e ficamos observando a água cair sobre nós. Alicia pegou meu braço esquerdo e o acariciou. 

- Você fez novas tatuagens. - ela disse passando seus dedos por ali.

- Fiz, é algo que eu gosto de fazer. - sorri me lembrando da minha mãe falando sobre isso, ela me reprendia 

- Eu queria fazer uma. - comentou.

- Aonde? 

- Aqui. - ela apontou para suas costas um pouco abaixo do ombro. 

- Qual seria a tatuagem? - fiquei curioso.

- "Midnight City" - ouvi a sorrir.

- Te levaria pra fazer a qualquer momento. - sorri e beijei seu pescoço. 

- Essa frase significa muito pra mim. Pode ter certeza disso. 

- Baby só tenho certeza que em nossa meia noite você é a única estrela que ilumina 


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Continua...

Porra!!!!!!!!! EU AMO VOCÊS!! Eu não vou parar, MAS , MC ESTÁ EM RETA FINAL! Podem ter certeza, essa fic vai terminar MUITO diferente de qualquer outra, como se ela terminasse em um início. Confuso mas ok. Gente eu amo fazer as frases dessa fic, acho foda demais hsuahsua sou foda po. 

BEM VINDA LEITORAS NOVAS!!! 

É isso gente! Beijos @SmilerDoBiebs

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Midnight City - Cap 35

-- 19 comentários:
 

Minhas pernas estavam entrelaçadas em sua cintura enquanto Justin caminhava a procura de meu quarto, nossos beijos durante esse percurso eram tão envolventes que de vez em quando nos chocávamos com as paredes dos corredores. Quando finalmente chegamos a porta certa. Com o pé, Justin a abriu e logo adentramos sem interromper nosso contato nos lábios, dando espaço em pequenos intervalos para conseguir fôlego. 

Meu corpo foi arremessado em minha cama, devido a maciez de meu colchão não senti nenhuma dor ou algo parecido. Apenas sorri safada para sua figura que me encara com desejo, podia ver a vontade que ele tinha de ter o meu corpo, através de seus belos olhos. Com suas mãos tirando seu cinto inútil ele foi vindo até mim ajoelhado na cama, quando acabou de retirar a peça, jogou a mesma para longe e finalmente veio ao encontro de meus lábios novamente. 

Mordi seu lábio interior despertando um lado selvagem de nossa transa. Senti suas mãos percorrem meu corpo parando em minha bunda, ele deu um aperto que teria doído, porem o tesão do momento parecia amenizar qualquer dor. Mordi meus lábio inferior e desci minhas mão até a barra de sua camisa. Justin mesmo se levantou ficando de joelhos e retirou sua camisa. Antes de voltar pra cima de mim, Justin colocou a mão na barra de meu short e o puxou pra baixo com emergência, o ajudei e fui logo tirando minha blusa a jogando longe. Estava apenas de calcinha, observei Justin ficar louco ao ver meu seios, suas mãos abriram sua calça a retirando rapidamente e logo vieram para os meus seios. Enquanto sentia seus beijos na região do meu pescoço e busto, suas mãos acariciavam os meus seios de forma gostosa e lenta, o ritmo de suas mãos ia aumentando e me deixando cada vez mais louca, me contorcendo de prazer.

- Eu quero você, muito - sussurrei e o ouvi gemer com isso, logo sua boca estava em meu seio direito. Mordia meus lábios freneticamente jogando minha cabeça pra trás, olhei pra ele que me olhava enquanto mamava em meu peito. Senti um forte chupão no bico e em seguida sua língua contornando ali. Estava virada com ele. Justin iria me fazer gozar só com a língua. Ele passou para o seio esquerdo fazendo os mesmo movimentos, não consegui prender meus gemidos e barulhos de prazer. Ele juntou meus peitos e passou a língua entre eles, dando um beijo em cada um antes de descer formando uma trilha de beijos sobre meu corpo. 

Suas mãos agora brincavam com o elástico da minha calcinha rendada preta. Justin me olhou safado e não tirou o pano, ele começou beijando a parte interna de minha coxa e dando leves mordidas e lambidas por onde passava. Ele ficou cara a cara com meu sexo e me olhou sorrindo maliciosamente, arfei com isso. Senti sua boca beijar-me bem ali no ponto de encontro de minhas coxas. Seus dedos faziam movimentos ágeis em meu ponto de prazer ainda por cima do pano. Ele estava me torturando, uma tortura gostosa.

- Tira... - gemi com dificuldade.

- Tirar o que? - ele perguntou me provocando enquanto seus dedos continuavam com movimentos circulares. Estava cada vez mais encharcada.

- Minha... Ah!.... Calcinha. - pedi gemendo 

- Com maior prazer. - rapidamente ele puxou a renda a rasgando, não me importei, só queria ele dentro de mim e mais nada. - Você está pronta pra mim Ali. Só pra mim. - senti as pontas de seus dedos acariciarem minha intimidade. Sua língua me invadiu me fazendo deixar escapar um gemido alto de meus lábios. - Você é uma delícia. - balbuciou e mordeu seu lábio inferior. Sua boca voltou novamente para minha vagina, agora, chupando o meu clitóris, ele fazia aquilo perfeitamente bem. 

- Hmm, Justin! - gemi seu nome cada vez mais desnorteada com seus movimentos orais. Ele lambia tudo e quando chegava em meu ponto de prazer chupada com força e dava rápidas pinceladas, não aguentaria por muito tempo. 

- Vai Ali! - ele me penetrou com a língua e me liberei. Gemi alto seu nome enquanto sentia aquela sensação prazerosa me dominar. Ele continuou me lambendo e logo foi subindo novamente passando pelos meus seios e encontrando meus lábios. - Estava com saudades de ter seu gosto em minha boca.

Por que sua voz tinha que sair ameaçadoramente sexy? Merda! Puxei seus cabelos para mim o beijando novamente, desci minhas mãos arranhando suas costas largas e definidas. Puxei o elástico de sua box pra baixo e passei a mão por sua bunda, olhei pra ele o fitando maliciosamente o vendo sorrir de meu ato. Eu amava a bunda dele e ele sabia disso. Dei um impulso o surpreendendo, sentei em cima de sua ereção bem avantajada e comecei a rebolar, minhas mãos estavam espalmadas em seu peitoral. Mordi os lábios sem tirar meus olhos do encontro dos seus. Me curvei procurando seus lábios em um beijo rápido beijei seu pescoço o ouvindo arfar em meu ouvido, ele era tão sensual que poderia gozar só com aquilo. Sua voz rouca gemendo meu nome pra mim. Beijei-o mais uma vez e desci arranhando e espalhando beijos molhados pelo seu peitoral, abdômen... Quando alcancei o elástico de sua box, resolvi provocar como ele fez comigo. Mordi seu membro pro cima do pano e ele soltou um gemido rouco, olhei pra ele que estava de olhos fechados sentindo meus toques nele. 

Resolvi tirar logo aquele pouco pano e pude sorrir ao vê-lo completamente ereto  a mercê de meus toques. Olhei pra ele provocativa e me curvei, assim substitui a minha mão pela minha boca, sugando o máximo possível, chupando freneticamente, estava demonstrando a saudade que tinha de seu corpo através de meus movimentos ali. Minha cabeça descia e subia, a cada queda um gemido era soltado de sua boca me fazendo contornar aquilo tudo com a língua.

- Chega! - ele me impediu, eu não queria parar mas suas mãos me puxaram. Lambi meus lábios provando seu gosto novamente e ele sorriu perverso pra mim. 

Me deitei na cama e ele subiu em cima de mim. Mordia os lábios freneticamente tentando conter o tesão crescente dentro de mim. Ele abriu minhas pernas se encaixando entre elas, Justin pegou o seu próprio membro e e começou a esfrega-lo em mim. Puta que pariu, como era gostoso senti-lo assim.

- Vai Justin! - gemi.

- É baby, agora eu vou te levar pro céu e o inferno ao mesmo tempo. - ele sussurrou em meu ouvido

Aquela foras as últimas palavras ditas antes dele me penetrar.

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Continua....

Sério na boa, eu to querendo parar com a fic, eu não to tendo reconhecimento que eu tinha antes. Isso magoa pra cacete, eu tenho ideias pra ela e realmente gosto de escreve-la mas só queria um pouco mais de reconhecimento.

É isso.
Bjs, amo vcs! @smilerdobiebs

domingo, 16 de junho de 2013

Midnight City - Cap 34

-- 15 comentários:
I love you more than I love myself

Fanfic no Anime (aqui)

Com o meu estado ainda paralisada, pisquei os olhos rapidamente algumas vezes seguidas e organizei minha cabeça pegando o interfone caído. 

- Pode deixar subir. - disse num murmúrio e com a voz trema.

- Já que permite, deixarei sim. - agradeci e desliguei. 

Caminhei até a sala e abri a porta, já a deixando com a passagem livre para quando Justin chegasse ao meu andar. Respirei fundo na esperança que aquile me acalmasse pra quando tivesse em sua presença. Passei as mãos em meu cabelo e me perguntava por que o tempo estava custando a passar. Foi então que o perfume que tanto gostava invadiu o local, passos firmes e ao mesmo tempo incertos se aproximavam de meu corpo. 

Automaticamente fiquei ofegante. Sua mão gélida tocou meu ombro coberto apenas por uma fina alça de meu pijama. Um arrepio passou pelo o meu corpo com aquele tímido contato entre nós. Me virei e o encarei. Justin estava bem vestido, uma calça preta caída como sempre usara, uma camiseta branca longa e seu cabelo em um topete sexy. Seus olhos estavam vermelhos, ou ele teria se drogado ou não dormia a dias. Preferi acreditar na segunda opção.

- Hã... Por que veio? - semi cerrei os olhos tentando entender o porquê dele está ali.

- Eu precisava te ver, ouvir sua voz, tocar em você... - ele se aproximou de mim e eu me afastei.

- Justin, você fez um escândalo desnecessário lá em baixo. Por que não haje como um adulto pelo menos uma vez na vida? - passei a língua entre os lábios.

- Porque estou ocupado demais sendo um adulto perdidamente apaixonado. - eu realmente não esperava por essa.

- Olha eu... - ia começar a falar coisas sem nexo, mas ele me interrompeu.

- Me dê uma chance. - ele implorou. - Só uma chance pra eu te provar que não sou o babaca que você pensa que sou. 

- Não tem o que explicar o que meus olhos viram e você confirmou. 

- Deixe eu falar? - ele se aproximou e dessa vez eu não me afastei. - Senta aqui. - ele apontou pro sofá. Sentei calada e o ouvi fechar a porta com a chave. Justin sentou em minha frente e mordeu os lábios o que me fez ter um momento de desconcentração. - Eu tinha 18 anos, meus pais era separados desde sempre e isso sempre afetou na minha família, o dinheiro nunca era o suficiente. Então eu comecei a trabalhar, e estudar que nem um condenado, fiz faculdade e sou formado, mas durante esse período de universidade, Ryan, Chaz e Chris me apareceram com a proposta de ganhar dinheiro fácil e rápido, e tudo aconteceu, aquilo era tentador Ali. Eu precisava disso, minha família precisava. Claro que minha mãe não aceitou mais, ao longo dos anos ela aprendeu a confiar em mim. Ali, eu sei que o que eu faço não é de se orgulhar, eu só entrei na faculdade como estagiário para deixar minha mãe feliz, e eu só fiquei lá porque uma menina linda chamou minha atenção e hoje estou implorando pra que ela me perdoe. Ali eu só queria te proteger, eu- eu me preocupo com você e só queria o seu bem, eu pensei em te contar mais Ryan me pediu que não fizesse, tentei abandonar tudo mas eu realmente precisava daquele dinheiro. Mas hoje vejo que acima de qualquer coisa eu amo você. - foi possível ver lágrimas se formando em seus olhos, não conseguia fechar a boca, minha mente se passava mil coisas

- Justin eu não sei o que dizer. - falei sincera.

- Só diz que me perdoa. - ele sussurrou.

Encarei seus olhos me perdendo naquele mar de mel. Eu o amo, isso nunca havia sido escondido de ninguém. Fitei sua boca que estava rosada e mordi os lábios. Não pude encontra resposta melhor do que um beijo. Me aproximei de seu rosto e toquei suas bochechas as acariciando ternamente, senti sua direita puxar minha cintura contra si e sua esquerda buscar minha nuca procurando uma aproximação mais intensa entre nós. Seus lábios tomaram os meus, sua língua invadiu minha boca com volúpia, suas mãos começaram a passar pelo o meu corpo com avidez. Nada poderia nos parar, sentia falta dele, de sua pele de seu toque sobre mim.

Quando a falta de ar apareceu nos separamos e ficamos nos encarando, ele estava ofegante e lábios vermelhos, não tão diferente de mim. Sorri pra ele que se aproximou novamente de mim. Aos poucos fui me deixando a mercê deu seus desejos. Estava deitada no sofá com seu corpo em cima de mim. Meu corpo protestava em desconforto mais minha cabeça não pensava, apenas queria viver o momento e me deixar levar.

- Eu senti sua falta. - ouvi sua voz rouca sussurrar com desejo esbarrando seus lábios nos meus.

- Eu também senti Justin. - falei enquanto olhava em seus olhos me aprofundando cada vez mais neles.

- Seja minha. - essa frase ecoou em meus ouvidos de uma forma deliciosa.

Não sei se estava me rendendo aos seus encantos fácil demais, mas depois de seu pedido que me pareceu sincero, não via o porque de lutar contra ao meu coração. Estava entregue a ele desde do primeiro dia que o vi. Minha alma pertence a sua. Eu sempre fui e serei dele por mais que haja dificuldades em nosso caminho. 

- Eu sempre fui. - o sorriso enorme e cativante se abriu em seu rosto de anjo que me encantava tanto.

- Me perdoa por tudo eu sei que errei, mas estou disposto a ter fazer feliz até o meu coração parar de bater.

- O erro foi meu Justin. - o selei o vendo me encarar confuso.

- Ali, você é perfeita eu que... - o calei com meus lábios nos seus em beijo rápido e preciso. 

- Meu erro talvez é ama-lo mais do que amo a mim mesmo. - sorri vendo o fazer o mesmo. - Isso acaba comigo.

- Eu te amo Ali. - o ouvi sussurrar antes de um beijo apaixonado acontecer.

Eu também o amava.

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Continua....

Oieeeeee, proximo cap pras safadas haha ou seja dedico ele pra mim, to de zoa.
Gostaram??? EEE ELES VOLTARAM! UHUL!
É isso amores, amo vocês.

Divulguem essa porra clicando ali do lado que o dedinho não cai e faz eu feliz! 

Beijos! Amo vocês. @SmilerDoBiebs


   Falem comigo >>> Ask Twitter

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Midnight City - Cap 33

-- 16 comentários:
Sorry, I can't 

- David eu... - estava pasma, todo meu vocabulário teria fugido de minha mente naquele momento. 

- Olha Ali, o que sinto por você é muito forte, eu realmente te amo, os momentos que passamos juntos só me fizeram ter certeza que quero você ao meu lado pelo o resto de minha vida. - confesso que aquelas palavras me fragilizaram completamente.

Com coração amolecido ou não teria de tomar uma decisão rápida e sincera, respirei fundo e pensei um pouco escolhendo aquelas palavras com cautela. 

- David, nos separamos primeiramente por não ter sido corretamente honesta com você, eu não vou cometer o mesmo erro novamente. Eu-eu, não posso, simplesmente não posso fazer isso, estaria te iludindo e talvez iludindo a mim mesma, ao meu coração. Quero ficar ao seu lado pra sempre, mas como uma boa amiga. Acho que poderíamos seguir como estávamos, sem compromisso, mas enquanto meu coração pertencer a ele, não quero me comprometer com ninguém. 

Foi impossível não notar o choque que as minhas palavras sinceras teriam causado em David, por um momento me senti culpada, mas minha consciência estava limpa por outro lado. Esperei atentamente por uma reação vinda de sua parte, mas ele parecia imóvel, acho que minha resposta não foi a esperada, mas acho que quando se existe um pergunta ou uma declaração desse porte, a pessoa terá de estar preparada para qualquer reação vinda do receptor. 

- Me desculpa Ali, eu fui longe demais, eu me precipitei e... - o interrompi rapidamente antes que ele se culpasse mais erradamente. 

- Você não fez nada demais, eu que não estou preparada para algo novo com outro alguém. Eu realmente gosto muito de você, podemos apenas seguir em frente? - propus sorridente tentando contagia-lo de alguma forma.

- Sim, claro. - ele assentiu rapidamente e se ajeitou na cadeira. 

Era fato consumado que nada depois daquilo iria ficar como antes. O resto do jantar foi prolongado com conversas bobas e curtas, por mais que ambos puxassem assuntos nada seria igual. Mas não tenho culpa de me sentir no escuro e só esperar um pessoa para vim acender ao meu redor.

Quando o amor acontece pode se esperar vim de qualquer pessoa, e de repente o que você acha errado lhe parece certo. Tudo que antes você julgava vem a calhar novamente de uma maneira inovadora ao seus olhos. É tudo como uma montanha russa, existe seus altos e baixos mais ao mesmo tempo você não deixa de se divertir e ver o quanto toda aquela loucura valeu a pena no final. Minhas metáforas em relação ao amor, nunca foram boas, mas nunca deixaram de ser verdadeiras.

[...]

Quando pude sentir o aconchego de minha casa ao meu redor tirei rapidamente meus sapatos que acabaram com o meu pé, já que não era de costume meu andar com aqueles saltos enormes pura aí. Fui correndo para o banheiro deixando tudo espalhado pelos cômodos. Fico feliz em morar sozinha por esse lado, se fosse alguns anos atrás teria levado esporro da minha, viver na dependência dela sempre foi cansativo. 

Deixei a água escorrer pelo o meu corpo que parecia pedir por aquilo.Pendi minha cabeça pra trás e fiz com que o contato da água gelada em meu pescoço me refrescasse por inteira. Apoie minha mão na parede e abaixei minha cabeça, se precisava relaxar e pensar nas coias que estão acontecendo na minha vida, o momento era aquele. 

"O trabalho sujo de Justin, a declaração de David, minha loucura por uma pessoa que não vale nada."

De uma maneira sensata tentei pensar no lado de Justin. Já fazia alguns dias que ele estava querendo me contar algo mais nunca conseguia finalmente chegar onde ele queria. Ryan já havia falado que ele que não deixou Justin contar pra mim. E se tudo não passasse de uma forma de me ver bem. Talvez Justin não quisesse me misturar. Estava tão confusa. 

Ultimamente, tenho tido a esperança de acordar e ver que nada foi real. Deixe de ser ingênua Alicia. Por isso cai tantas vezes. Minha mente me despertou. Ela tinha razão. Deveria parar de ser tola. Respirei fundo sentindo o ar invadindo meus pulmões.

[...]

Me vesti com um pijama de seda rosa, sempre gostei de seda. Penteei meus cabelos molhados enquanto encarava meu reflexo no espelho. Por um instante me distrai com minha imagem, porém um barulho soou pela casa. Ao notar que era o interfone tocando estranhei já que hoje não seria o turno de meu amigo. Com passos largos me dirigi até a cozinha e atendi o objeto que me despertara.

- Pois não? - perguntei educada.

- Boa noite senhorita Alicia. - ouvi a formalidade de Gerald.

- Boa noite Gerald. O que deseja?

- Tem um homem aqui no portão querendo falar com a senhora, ele está fazendo um escândalo, alguns vizinhos já estão reclamando. 

- Qual é o nome dele? - perguntei com receio de sua resposta.

- Um tal de Justin, Justin Bieber.

Minhas mão ficaram trêmulas após o pronunciamento de seu nome. Soltei o interfone em estado de choque. O que ele queria vindo aqui a exatamente meia noite?

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Continua...

Oi lindas! To postando esse cap mesmo não tendo chegado aos comentários que eu pedi mais tudo bem.  Eu amo vocês! 
So comentem UMA VEZ por favor!! Obrigada 

GENTE DIVULGUEM A FIC SO APERTAR O BOTÃOZINHO ALI DO LADO NÃO CUSTA NADA MEUS AMORES!! 

Bjs, @SmilerDoBiebs

terça-feira, 11 de junho de 2013

Midnight City - Cap 32

-- 14 comentários:
I'm so confused

Fanfic no Anime (aqui)

- Me desculpa David. - falei assim que percebi o que havia dito. - Eu-eu, só estava... - ele me interrompeu.

- Você não esqueceu ele, eu entendo isso, pelo menos dessa vez está sendo sincera comigo. - mesmo ele não percebendo aquelas palavras me atingiram de alguma maneira. 

"pelo menos dessa vez está sendo sincera comigo"

- Pensei que já tivesse superado isso. - abaixei minha cabeça.

- Falo o mesmo pra você Ali. Não quero ser grosso, mas ambos temos que aceitar os fatos. - ele me olhou com cautela e veio até mim. - Ali, você aceita sair comigo hoje a noite?

- Melhor momento para se perguntar isso. - o olhei irônica.

- Você aceita? - insistiu buscando meu olhar.

- Aceito David. - o olhei nos olhos e o vi se aproximar. Não era hora, não queria, coloquei meu dedo indicador em sua boca a distanciando. - Quem sabe no encontro mais tarde? - deixei meu sorriso malicioso e fui em direção a  porta. - Até mais David.

- Eu te ligo Ali,  até mais. - ele sorria maroto com o que eu havia acabado de fazer.

[...]

Meus cabelos caiam sobre meus seios, avistei novamente meu reflexo no espelho tentando a certeza de que já estava pronta pra sair. Calcei meus saltos de marca e me levantei ao mesmo tempo em que me equilibrava em cima daquela agulha fina. Me perguntava se me arrependeria de toda essa arrumação depois. Nunca havia me arrumando tanto pra alguém, nem mesmo pra ele. Talvez fosse por falta de oportunidade. 

Sorri em satisfação, me recordei que precisava passar o perfume, e então seria o meu toque final, como Mia sempre falava. Depois de duas espirradas do líquido adocicado me vi pronta e me permiti me chamar de bonita. Com orgulho de mim mesma, peguei minha bolsa carteira preta e desci até a portaria, onde encontrei o carro luxuoso vermelho de David. Parei um segundo admirando com meus olhos a paisagem a minha frente. David estava bastante bonito. O terno o qual vestia parecia cair perfeitamente em seu corpo, seu cabelo bem penteado e seus olhos com um brilho inigualável. Dei mais alguns passos em sua direção e estiquei meu pescoço para beija-lo. Senti o cheiro adocicado de seu perfume entrar em minhas marinas criando um sorriso automático em meu rosto.


Não é a toa que dizem que pessoas cheirosas são mais atraentes.

Ele estava muito atraente.

- Se permite dizer, você está... incrível. - as palavras em sua boca pareciam fugir enquanto seus olhos percorriam meu corpo. 

- Posso dizer o mesmo. Amei sua roupa, e está muito cheiroso. - falei timidamente a última oração. 

- Entre. - ele disse abrindo a porta de seu automóvel e dando espaço para que eu entrasse. Sorri antes de fazer o designado. O observei dando a volta e entrando no lugar do motorista. Ele me encarava mantendo o brilho único em seus olhos. - Quer ouvir música?

- Claro. - sorri me despertando. 

Uma batida animada soou pelas caixas de som. Era uma música conhecida, deveria ter ouvido em alguma rádio enquanto dirigia em meu carro a caminha da faculdade, já que adorava fazer isso. 

Faculdade. Justin.

Minha mente criava alguma forma de liga-lo a qualquer pensamento passageiro que tinha. Sacudi a cabeça para que isso afastasse qualquer hipótese de pensar nele novamente. Já estava cansativo já que antes de dormir era sempre ele que vinha a minha cabeça. Encarei a janela observando os postes passarem rápidos e os carros de diversos tipos andando na rua em alta velocidades. Pude então notar, que estávamos em uma estrada. Franzi o cenho em confusão. O que iríamos fazer aqui?

- Hã... David, pra onde estamos indo? - perguntei curiosa.

- Já estamos chegando, espero só mais um pouco. - concordei ainda duvidosa de nossa localização.

As músicas na rádio pareciam cada vez mais animadas ao longo em que passavam sem eu nem perceber. David havia razão, logo o carro foi estacionado em um típico restaurante chique de estrada. As luzes do local chamam atenção dos motoristas. Um funcionário bem vestido e elegante veio pedir a chave do carro a David, pude ver seu sorriso ao perceber que iria dirigir um carro luxuoso como aquele. O moço o qual não sabia o nome abriu a minha porta e assim pude sair do veículo pela a mesma. Senti a mão quente de meu acompanhante segurar a minha um pouco gelada, criando um pequeno choque térmico em ambos.

Devido a janela de vidro que ficara ao lado de nossa mesa, pude observar as infinitas estrelas  que haviam no céu naquela noite. Estava tudo perfeitamente bonito, o que me fez pensar que David tinha planejado tudo.

- E então...? - aquilo soou como uma pergunta em vão.

- Obrigada por me trazer aqui, está tudo tão lindo. - passei meus olhos pelo o local mais uma vez.

- Você merece Ali. - sua voz foi sincera seguida de um belo sorriso vindo dele e logo o acompanhei. 

- O que os senhores desejam? - a voz formal do garçom nos despertou daquele momento. 

- Vou querer macarrão a bolonhesa e você? - David me olhou. Encarei o cardápio cheio de nomes estranhos com os preços absurdamente caros e resolvi pedir o mesmo.

- Vou querer o mesmo. - sorri educada para o garçom que fez um movimento com a cabeça e saindo depois de pedir licença.

- É.. Ali. - ele me chamou, o olhei sem nada a dizer apenas esperei que ele prosseguisse com sua fala. - Sei que deveria esperar até o final da noite para isso, mas simplesmente não consigo. 

- Como assim? Esperar o que? - perguntei completamente perdida em suas palavras.

- Eu te amo Ali, eu quero você pra mim. 

E de repente meus olhos pararam de piscar. Meu coração acelerou o ritmou de suas batidas, em minha cabeça veio um turbilhões de pensamentos. Me senti confusa. 

O que você faria se todo o seu corpo dissesse algo e seu coração fosse totalmente contra?


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Continua...

Oi lindas, sei que faltei com vocês, mas sério estou realmente me desanimando com essa fic já que não recebo comentários como antes. Mas ok, não gosto de drama e não vou fazer um. Obrigada pelos parabéns atrasados haha amo vocês. POR FAVOR COMENTEM!!

CONTINUO COM 15 COMENTÁRIOS

Beijos, @smilerdobiebs

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Midnight City - Cap 31

-- 21 comentários:
Piece of me

- E por um acaso você se importa? - olhei seus olhos com uma expressão séria. 

- Por favor Alicia, você sabe que se tem alguém que se importa com você sou eu. - minha gargalhada foi tão alta que chamou atenção de todos no local. Seus olhos confusos pairando sobre mim me deixaram nervosa.

- Isso foi a coisa mais ridícula que você me disse. - me virei pra moça assustada a minha frente. - Onde assino?

- Aqui e aqui. - ela apontou no papel e me deu uma caneta.

- Eu não vou deixar você fazer isso! - Justin pegou a caneta em minha mão. 

- Me devolva! - disse autoritária tentando demonstrar toda minha fúria e irritação em meu tom de voz.

- Não. - ele sorriu sínico.

- Não existe só essa caneta no mundo idiota! - peguei uma caneta em minha bolsa. Mostrei ela pra Justin com um sorriso debochado em meu rosto, mas fui estúpida e ele rapidamente a puxou de meus dedos novamente. - Posso levar os papéis pra casa?

- Claro Senhorita Harris. - sorriu educadamente e eu peguei os papeis os guardando rapidamente.

- Tchau Justin faça bom proveito com as canetas. - sorri o deixando ali.

Estava com tanta raiva, me sentia perdida, um frio em meu estômago apareceu me deixando nervosa. O que eu estava fazendo era certo? Quer dizer, apesar de tudo eu o amo. E por mais que esteja decidida a mudar de faculdade e ficar longe de tudo que me lembra ele, meu coração queria que ele viesse até mim e nunca me deixasse ir. Virei pra trás em momento de esperança e pude vê-lo olhando incrédulo pra mim, seus pés não moveram um milímetro do chão. Seus olhos marejavam, nunca queria ser a causa de uma lágrima se quer vinda de Justin, mas ele acabou com isso quando ele foi o motivo de fazer todo o meu redor escurecer. O pior é que ele também era a luz. Me fazia ficar dependente dele, chegava a me assustar com os sentimentos que cresciam em mim tendo apenas um protagonista cujo nome é Justin Drew Bieber.

POV Justin


Eu vi ela partir, não fui capaz de impedi-la, se tudo fosse como minha mãe sempre falou, ela voltaria pra mim. Se tem algo que acredito é em destino. Ela seria minha de novo, nosso amor era forte pra simplesmente acabar assim, eu sozinho com apenas duas canetas em minha mão.

Eu tinha medo, medo de ela me trocar. Sei que ela teve com David. Como sei disso? Quando você trabalha num lugar onde pessoas importantes frequentam, digamos que você pode ter tudo o que quiser. E pelo que fiquei sabendo ela dormiu lá. Quem me garante que ele não se aproveitou de sua fragilidade, qualquer homem faria isso vendo uma gostosa ingênua e frágil chorar. Só de pensar nisso me causava raiva, fazia meu corpo entrar em convulsão e de repente um desespero de ir até David e matar ele dominava meu corpo.

Mas agora, havia outros problemas. Qual seria o propósito de tudo sem ela? Essa faculdade por exemplo, não vai ser nada se não puder ver sua carinha inchada de sono e seu sorriso que só ela dava quando nossos olhares se cruzavam. Se ela ia se mudar eu não iria perder meu tempo aqui. Eu entrei por experiência e só fiquei por ela desdo começo era sempre ela.

- Eu quero pedir demissão. - disse por impulso. - Onde que eu assino? 

[...]

Pronto, eu me sentia livre de alguma forma ao mesmo tempo em que me sentia preso a ela. Voltei para minha casa em alta velocidade sem me importar com ninguém. Me joguei no sofá e coloquei a mão em minha cabeça a deslisando em meu cabelo. Bufei exasperado tentando pensar em algo e nada. Mas de algo eu estava convencido, eu teria ela de volta pra mim. 

POV Alicia.

Apesar de dirigir sem direção, aquilo me deu algum rumo e me via parada em frente a casa de David, posso dizer que ele se tornou o meu refúgio, o tempo que ficava na faculdade agora passava aqui. Ele trabalhava em seu escritório em casa, não entendia muito bem o que ele fazia. Mas pelo menos não era nada relacionado a boates ou sei lá o que.

David era um homem que poderíamos defini-lo em família. Ele sempre mantinha contato com sua mãe e ele tinha um irmãozinho o qual eu achava uma graça. Ainda não tinha conhecido ele, mais pelas fotos e videos que David tinha deles brincando e fazendo besteiras no parque era tão fofo. 

-David! - gritei assim que ele abriu pra mim.

- Ali! - o abracei e ele me carregou pra dentro. - Como foi?

- Normal. - me separei dele me lembrando do acontecido minutos atrás. 

- ele tava lá, não tava? - ele me olhou levantando uma sobrancelha. 

- Tava e me roubou uma caneta. - disse pensativa e tentei rir da situação sendo acompanhada pelo David

- Calma, caneta é o que não falta.

- O que falta é um pedaço do meu coração. - disse em sussurro sem pensar.


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Continua....

ta uma merda, tomates depois,

LARISSAAA EU QUERO SIM SUA LINDA!! HAHA 

"vc demorou pra postar" vcs demoraram pra comentar "mas quando atingiu os comentários demorou mesmo assim" eu fiz 15 anos e tinha responsabilidades por sinal quem pediu fotos shuahsua V AIIIIIIIII Eu sou a de olhos verdes de rosa hahah a deusa da foto 
foi perfeito gente!! EU GANHEI UM IPHONE 5 NA HOMENAGEM HAHAHA Ai foi perfeita a festa gente, haha 



BEIJOSS E DIVULGUEM COMENTEM RAPIDO 
GALEROO 

Beijos, @OxignBiebs